



Ultimamente tenho pensado muito nisso, a responsabilidade de ser um profissional de sucesso. Tem horas que parece tão fácil, poxa, meu pai tem sucesso, minha mãe, tia, primo mais velho, avó...enfim...minha boa vida de hoje é devido aos bons profissionais que existem em minha família. Darei este mesmo padrão de vida a meus filhos? Corresponderei a todas as expectativas? Bem, é evidente que não tenho a resposta, mas encontrei um texto que diz em linhas gerais os motivos pelos quais eu devo galgar meu "futuro sucesso". Desejo compartilhar esse texto com vocês, façam bom uso dele, assim como pretendo fazer. Muito sucesso a todos!
Sucesso, reconhecimento, fama, glória... Muitos de nós lutamos por motivos assim. Mas não se constrói um bom nome da noite para o dia. É preciso trabalhar muito. Ainda que haja tropeços e quedas, é preciso superar os obstáculos. É preciso ter motivação, perseverar, insistir... A vida é uma sucessão de batalhas. Emprego, família, amigos: todos nós temos um status atual. [ O que fazemos na vida ecoa na eternidade]. E temos também expectativas com relação ao futuro. [ Em três semanas estarei fazendo a minha colheita. Imaginem onde estarão e assim será]. No entanto, as reviravoltas do destino nos surpreendem. [ Grandeza é uma visão ]. Nem sempre dá para fazer só o que gostamos. Mas, aquele que gosta do que faz e sente orgulho em fazer melhor . A cada dia vai mais longe. Há momentos de calmaria... e há momentos agitados, decisivos, em que a boa intenção não basta. É quando a vida nos cobra coragem, arrojo, criatividade e um inabalável espírito de luta. A verdade é que os problemas e os reveses ocorrem com maior freqüência do que gostaríamos. Os tempos mudam. Surgem novos desafios e novos objetivos. Os guerreiros olham nos olhos do futuro sem medo e sem arrogância, mas com a confiança de quem está pronto para o combate. Viver é também estar preparado para as situações difíceis. O modo como encaramos as dificuldades é que faz a diferença. Às vezes nos perguntamos: como enfrentar as mudanças radicais que se apresentam diante de nós? Como atuar num novo cenário, onde as coisas que fazíamos tão bem precisam ser reaprendidas? [ Força e honra]. Como lutar sem deixar para trás valores fundamentais? E mais: como saber a medida exata a ser tomada no momento certo? O mais incrível é que justamente diante de situações adversas, muitos redescobrem o que tem de melhor. A ética, a amizade, a capacidade de criar novas estratégias fundamentais na experiência, o talento para promover alianças positivas, o espírito de liderança, a consciência da força que reside no verdadeiro trabalho em equipe. Tudo isso aflora quando as circunstâncias exigem, quando se sabe que existe um objetivo maior a ser alcançado. Claro que não é fácil abandonar hábitos, costumes... Não é fácil se adaptar aos novos meios, ou usar recursos aos quais não estávamos familiarizados. Mas todo guerreiro sabe que pessimismo e insegurança nessa hora só atrapalham. Ainda que a ameaça venha de vários lados, com agilidade, força e determinação podemos alcançar o resultado. A combinação de energia e inteligência, assim como o equilíbrio entre a razão e a emoção são fundamentais para o sucesso. É uma sensação extremamente agradável chegar ao fim de uma etapa com a consciência do dever cumprido. E obter a consagração, o respeito de todos, o reconhecimento dos colegas, a admiração das pessoas que amamos... Ouvir o próprio nome com orgulho. Aquele orgulho de quem viu nos obstáculos a oportunidade de crescer. O orgulho de quem soube enfrentar as turbulências da vida e vencer... O orgulho de ser um vencedor que não abriu mão dos seus valores fundamentais.

ente (não só eu, mas todo mundo) essa tem sido a minha rotina anual. Vai ano e vem outro e continuamos basicamente nesta mesma rotina. 
"Você sabe amar? Eu não sei. Mas estou aprendendo.
Estou aprendendo a aceitar as pessoas mesmo quando elas me desapontam, quando fogem do ideal que tenho para elas, quando me ferem com palavras ou ações impensadas.
Não é fácil aceitar a pessoa assim como ela é, não como eu desejo que ela seja, mas como ela é. É difícil, muito difícil, mas estou aprendendo.
Estou aprendendo a amar. Estou aprendendo a escutar, escutar com os olhos e ouvidos, escutar com a alma e com todos os sentidos. Escutar o que diz o coração, o que dizem os ombros caídos, os olhos, as mãos irrequietas.
Escutar a mensagem que se esconde por entre as palavras corriqueiras, superficiais; descobrir a angústia disfarçada, a insegurança mascarada, a solidão encoberta.
Penetrar o sorriso fingido, a alegria simulada e a vanglória exagerada.
Descobrir a dor de cada coração.
Aos poucos estou aprendendo a amar.
Estou aprendendo a perdoar, pois o amor perdoa, lança fora as mágoas e apaga as cicatrizes que a incompreensão e a insensibilidade gravam no coração ferido.
O amor perdoa, esquece, extingue todos os traços de dor no coração. Passo a passo, estou aprendendo a perdoar, a amar.
Estou aprendendo a descobrir o valor que se encontra dentro de cada vida, de todas as vidas, valor soterrado pela rejeição, pela falta de compreensão, carinho e aceitação, pelas experiências duras vividas ao longo dos anos.
Estou aprendendo, mas como é lenta a aprendizagem.
Todavia, tropeçando, errando, estou aprendendo, aprendendo a pôr de lado as minhas próprias dores, meus interesses, minha ambição, meu orgulho, quando estes impedem a felicidade e o bem-estar de alguém.
Como é duro amar. Acho difícil até amar-me.
Conheço tão bem meus defeitos, e tantas vezes tenho me sentido rejeitada, isolada.
No entanto, estou aprendendo a me amar com amor sadio, amor livre de egoísmo sufocante, pois como poderei amar aos outros se odeio meus próprios sentimentos e desprezo minhas capacidades e talentos?
Graças a Deus e ao seu infinito amor , estou lentamente aprendendo a amar."
Texto de Gladys Betts
É comum alguém argumentar que a explicação científica de algum assunto tira a poesia e beleza das coisas. Acho que não preciso detalhar que isso é um absurdo, seria o mesmo que achar que um churrasco perde o sabor porque conhece a estrutura de uma proteína.
Então segura as pontas, porque a ciência já tem um bom conhecimento dos mecanismos do amor.
O amor é uma sensação de união que é reforçada pela presença de ocitocina, que é sintetizada no hipotálamo e secretada no sangue pela pituitária. Em mulheres, a ocitocina estimula as contrações do parto, lactação e amor maternal.
Em Why We Love, Helen Fisher oferece nova visão sobre este fenômeno universal baseado em seu inovador ponto de vista da investigação científica. Trabalhou com uma equipe de cientistas para digitalizar os cérebros das pessoas que tinham acabado de cair no madly do amor, Fisher e seus colegas provaram que, finalmente, psicólogos tinha apenas suspeitas: quando você cair no amor, áreas específicas do cérebro "acendem", com o aumento do Fluxo sanguíneo. Usando esses dados, ele conclui que a paixão romântica é, de fato, armazenada em nosso cérebro através de milhões de anos de evolução. Não é uma emoção, é uma unidade tão poderoso quanto a fome.
Então sendo o amor uma salada de reações químicas, seria ele um sentimento fabricável? Rotas, vias e reações metabólicas são lindas escritas no papel, igualmente as poesias mais belas, mas quando a trazemos para o plano tátil, nossa dimensão, tudo ganha uma complexidade que não se previa. O amor é igual a poesia, fácil e lindo na teoria, mas que poucos conseguem tornar realidade.
**Parte do texto extraída de http://www.gluon.com.br/blog/2005/09/30/quimica-do-amor**